Mercado prevê juros e inflação maiores em 2026: crédito e compras mais caros
O que aconteceu: Em reportagem de terça, 3/11, a Agência Brasil mostrou que o Boletim Focus, relatório semanal do Banco Central com projeções do mercado, subiu as estimativas para 2026. A projeção de inflação (IPCA) passou de 5,19% para 5,22%. A da Selic, a taxa básica de juros, no fim do ano foi de 13,25% para 13,5%. O dólar ao final do ano passou de R$ 5,05 para R$ 5,34. O crescimento do PIB, soma de tudo que o país produz, caiu de 1,8% para 1,76%.
O que muda para você:
- Quem faz compras de mercado: Alimentos como tomate, cebola, batata-inglesa e arroz foram a maior pressão na prévia da inflação de outubro. Pesquisar preços e trocar itens pode ajudar a segurar o orçamento.
- Quem tem dívida no cartão ou quer financiar algo: A Selic está em 13,75%, e juros altos tendem a manter o crédito caro. Comparar as taxas antes de contratar e priorizar as dívidas mais caras pode reduzir o custo.
- Quem investe em renda fixa: Com a Selic nesse patamar, aplicações ligadas a ela tendem a render mais. A inflação, porém, pode diminuir o ganho real, aquilo que sobra depois de descontar os preços.
- Quem compra produtos importados ou vai viajar para fora: Se o dólar ficar mais alto, eletrônicos e passagens internacionais podem custar mais. Planejar essas compras com antecedência ajuda a evitar sustos.
Fique de olho: Acompanhe os próximos boletins Focus, divulgados toda semana pelo Banco Central, para ver se essas projeções continuam mudando.
Fonte: Agência Brasil – Pedro Peduzzi (Mercado eleva projeção para inflação, juros e dólar em 2026)
Entenda mais: Juros e inflação
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